A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) desenvolveu um conjunto de 10 cards para mídias sociais sobre a Semana do Meio Ambiente. As peças estão disponíveis para as organizações, redes e movimentos sociais que desejem utilizá-las.

Biomas e temas relacionados ao meio ambiente compõem as peças criadas pela ANA

Os 10 cards elaborados pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) para a Semana do Meio Ambiente celebram os biomas brasileiros (Pampa, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Amazônia), evidenciam temas atuais e a relação campo e cidade na preservação do meio ambiente. As peças estão disponíveis em dois formatos: quadrado, para utilização em facebook e instagram, e retangular, para publicação no twitter.

Além das peças gráficas, a Articulação também elaborou 10 textos de acompanhamento para cada card, que podem ser utilizados na íntegra ou adaptados pelas organizações, rede e movimentos sociais. A ANA solicita apenas que, ao postar as peças, quem as utilizar marque a ANA em suas mídias sociais, para que se possa fazer o acompanhamento do alcance das peças.

Veja as peças e os textos organizados por tema e os links para baixar os arquivos

1 – Aqui não passa boiada

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Nesta semana, celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho.

No Brasil, há muito pelo que resistir. Eles combinaram de passar a boiada. Nós combinamos de seguir lutando, junto às guardiãs e aos guardiões da biodiversidade brasileira e aos povos e comunidades tradicionais que habitam e defendem o nosso território.  Aqui, boiada não passa!

Viva a democracia, viva a agroecologia!

Agroecologia e democracia unindo campo e cidade!

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2 -Campo e cidade

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Seja no campo ou na cidade, o cuidado com meio ambiente  é a garantia de uma vida de qualidade para todos e todas.  Reduzir os impactos ambientais deve ser um dever e compromisso de cidadãs e cidadãos, coletivos e movimentos sociais mas, sobretudo, de empresas e governos. 

Na semana do Meio Ambiente unimos forças, campo e cidade, pela preservação do nosso meio ambiente e contra os impactos de grandes obras.

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3 – Povos das águas

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O Brasil tem cerca de 12% das reservas mundiais de água doce do planeta e é uma das maiores reservas hídricas do mundo. Essa quantidade expressiva mostra a abundância de nosso país e, ao mesmo tempo, nossa grande responsabilidade de preservar as florestas, águas e bens naturais que temos.

Segundo uma pesquisa da Agência Nacional das Águas e do Fundo da Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o agronegócio, grandes empreendimentos  e a indústria são os setores que mais utilizam água disponível para o consumo humano, restando para a população cerca de 8%. 

Esses setores, além de serem responsáveis pela maior parte da poluição dos nossos rios e mares, são também os causadores de grandes tragédias ambientais. Um levantamento feito pela Agência Pública mostra que em 1 de cada 4 municípios brasileiros  foram encontrados 27 tipos de agrotóxicos na água que abastece a população. Desses, 16 são considerado pela Anvisa como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas.

Na semana do meio ambiente, seguimos juntas e juntos aos povos das águas, os ribeirinhos e ribeirinhas, caiçaras, pescadores e pescadoras, vazanteiros e vazanteiras, guardiões e guardiãs das nascentes reafirmando que água não é mercadoria e o seu uso deve ser consciente.  

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4 – Cerrado

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O Cerrado, com suas cores, águas, vegetação, terra vermelha e belas aves, é um dos biomas mais ameaçados do Brasil. 

Berço das águas, o Cerrado sofre com a devastação desenfreada, provocada, sobretudo, pelo agronegócio, com suas monoculturas transgênicas que avançam sobre a vegetação nativa, comprometendo a vida e trazendo impactos ambientais para todo o país. 

O Cerrado não pode continuar sendo destruído. Preservar a fauna, flora, águas e as culturas e saberes de seus povos é preservar o meio ambiente e manter pulsante a sociobiodiversidade brasileira.

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5 – Pampa

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Ameaçado pelo modelo de desenvolvimento exploratório e devastador do agronegócio, sobretudo as atividades agropecuárias, o Pampa é um bioma existente em três países fronteiriços: Brasil, Uruguai e Argentina. No nosso país, está presente  apenas em um estado: o Rio Grande do Sul. 

Com diferentes nomes para quem o habita ( campanha, campos, rincão), o Pampa tem uma paisagem diversa e rica. Além da riqueza ambiental, possui também grandes histórias preservadas pelos povos e comunidades tradicionais que lá vivem. 

Na semana do meio ambiente, reforçamos as denúncias sobre o modelo devastador que é defendido pelos grandes empresários e ruralistas. Os nossos campos, florestas e águas precisam ser preservados e protegidos. 

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6 – Mata Atlântica

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A Mata Atlântica é um dos biomas mais afetados pela ação humana. Rico em  diversidade de animais e plantas, que podem ser utilizadas como alimentos e remédios naturais, é o bioma que sofre maior pressão por concentrar grande áreas urbanas, nas quais a maior parte da população brasileira habita.

Apesar de nos grandes centros a floresta não ser tão evidente, é na Mata Atlântica que temos um abundante potencial hídrico e a sua existência é fundamental para a estabilização do clima é bem-estar de todas e todos.

Defender e proteger a Mata Atlântica é proteger a biodiversidade brasileira e minimizar os impactos históricos gerados, e que ainda acontecem, com a formação dos centros urbanos.

Na semana do meio ambiente é preciso pensar no bem viver daqueles que habitam no campo e na cidade.

Mata Atlântica viva e de pé! 

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7- Caatinga

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Caatinga é uma palavra em tupi-guarani que significa mata branca. É uma alusão à vegetação da região semiárida, que na época de estiagem perde as folhas e apresenta um tom cinza, quase branco. A palavra caatinga batiza também o bioma, que abrange quase todo o Semiárido. 

Lugar de povo forte, de saberes e histórias, o Semiárido brasileiro é o mais populoso do mundo, possui uma rica diversidade de fauna, flora e culturas e está presente em dez estados da federação: todos os estados do Nordeste e o Norte de Minas Gerais. Cerca de 26 milhões de pessoas vivem nesta área, o que equivale a 12% da população do país. A convivência com o Semiárido tem mostrado que é possível viver na região, respeitando sua natureza e seus ciclos, de maneira sustentável. 

A vegetação da região inspira resiliência. Sua população nos convoca à resistência.

É no Semiárido que a vida pulsa. É no Semiárido que o povo resiste!

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8 – Pantanal

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O Pantanal é onde os rios e as chuvas das planícies desaguam fazendo com que as terras fiquem submersas por um período de até quatro meses por ano. No Pantanal habitam cerca de 5 mil espécies de animais e plantas que, juntos aos povos e comunidades tradicionais que lá residem, refletem a beleza e riqueza desse bioma.

Essa diversidade, que ocupa um território que se estende pelo Brasil, Paraguai e Bolívia, sofre ameaças com a interferência humana, como o desmatamento e a agropecuária, que comprometem o equilíbrio da fauna e da flora de todo o território brasileiro, já que os biomas são interligados, afetando a qualidade de vida de todas e todos.

Preservar o Pantanal é preservar a biodiversidade de todo território brasileiro. 

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9 – Amazônia

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Interesse de exploração do agronegócio e de grandes empreendimentos, a Amazônia é diariamente alvo de ataques contra as suas florestas e seus povos. Todo ano crescem os índices de desmatamento da região e tentativas de destruição da maior floresta tropical do mundo. 

Além das belezas naturais, a Amazônia é terra fértil e berço de milhares de espécies de plantas e bichos. Sua diversidade e cultura impressionam e também são responsáveis pelo equilíbrio natural do planeta. 

Na contramão do processo de devastação, estão os guardiões e guardiãs da floresta, povos e comunidades tradicionais que, através dos seus modos de vida e cuidado com o meio ambiente, mantém a Amazônia em pé. 

Esses mesmos povos que protegem a floresta têm sido alvo de ataques constantes de grileiros, madeireiros, garimpeiros, grupos armados e de um Estado omisso, que fecha os olhos a crimes diversos contra essas populações. Precisamos defender a floresta e os povos originários que habitam na Amazônia!

Aqui a boiada não passa! 

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10 – Agrecologia

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O Brasil, com toda a sua diversidade de povos, fauna e flora, apresenta uma riqueza natural que diariamente é ameaçada em nome do lucro e de interesses de poucos. 

Nesta semana em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente (5), também celebramos a força dos povos e comunidades tradicionais e do movimento agroecológico na defesa e preservação dos territórios e da vida.

Viva o Meio ambiente! Viva os biomas Brasileiros!

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